Arquivo da Categoria ‘Leonardo Martins’

O SENHOR DOS ANÉIS
A Sociedade do Anel

segunda-feira, 26 de junho de 2006



Muito provavelmente, somente ao ler o título acima, muitas pessoas já vão sentir suas mentes serem preenchidas, seja pelas lembranças dos três espetaculares filmes baseados na obra de J.R.R. Tolkien, seja dos livros igualmente espetaculares, como o que irei comentar com vocês aqui.
O Senhor dos Anéis é uma obra vasta e riquíssima de imaginação, ela é dividida em três partes: A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei. Na primeira parte, encontraremos uma seqüência do livro O Hobbit, também de Tolkien e que narra as aventuras de Bilbo Bolseiro, um hobbit, como indica o título, que se envolve em uma grande jornada e durante a mesma encontra o Um Anel, o objeto em torno do qual gira a trama dos demais livros.
Em A Sociedade do Anel, as atenções continuam voltadas para os hobbits, desta vez na figura de Frodo Bolseiro, sobrinho de Bilbo e que herda o Um Anel, o que ele não sabe é que o tal objeto é o mesmo de uma antiga lenda sobre Sauron, o Senhor do Escuro e que é um artefato poderoso e amaldiçoado que corrompe todos aqueles que o possuem. É a partir dessa descoberta, feita pelo mago Gandalf, amigo íntimo de Frodo, que todo o corre-corre começa, Gandalf sabe que Sauron não está morto e que procura o Anel, por isso envia Frodo junto com Sam, outro Hobbit, em uma jornada perigosa e mortal para tentar impedir que o objeto caia nas mãos erradas, durante toda a campanha outros personagens fantásticos e fundamentais na trama surgirão como os humanos Aragorn e Boromir, o elfo Legolas com seu arco que nunca erra, o anão Gimli e seu machado imbatível, assim como mais dois hobbits, Merry e Pippin, que junto de Gimli são responsáveis pela comicidade da história.
Essa grande aventura criada por Tolkien é deveras densa, mas trabalha coisas simples do dia-a-dia, e que as vezes nos passam despercebidas, como o fato de o destino de toda uma terra estar nas mãos dos menores e supostamente mais fracos seres, os Hobbits, não dá pra não fazer um paralelo com nossas próprias vidas e mundo, onde as aparências são tão importantes e a lei do mais forte impera, Tolkien nos mostra que somos capazes de coisas incríveis independente de sermos grandes, ricos ou fortes, basta acreditarmos em nós mesmos e se for possível, termos amigos de verdade, como no caso de Sam e Frodo, uma amizade que existe pelo amor mútuo que sentem, uma amizade do tipo em que um se doa pelo o outro sem esperar nada em troca, ambos capazes dar a vida pelo amigo. Um outro ponto interessante no enredo é a relação entre Gimli, o anão e Legolas o elfo, duas raças que se toleram, mas que guardam profundo rancor uma pela outra, ainda assim os dois fantásticos guerreiros aprendem a colocar suas diferenças de lado por um bem maior, quem dera isso acontecesse entre negros e brancos, ricos e pobres, homens e mulheres, talvez fosse um sonho também de Tolkien que isso acontecesse.
Muitas vezes as pessoas olham o título de um livro como o Senhor dos Anéis e pensam: “coisa de criança, baboseira fantasiosa”, mas não imaginam como temas tão atuais como preconceito, amizade, superação e amor podem ser tratados de maneira tão direta e profunda através de uma história aparentemente distante de nossa realidade. A Sociedade do Anel nada mais é do que a representação de nossa sociedade, nossos medos e rancores, mas também nossa esperança de que tudo pode mudar para melhor, que podemos superar tudo e transformar nosso mundo e nossas vidas em algo extraordinário.
O Um Anel, objeto que só traz a tona o piro das pessoas que o possuem, explicita nossa ganância e ambição e como podemos ser destrutivos. È contra esse mal que habita nossas almas que a Sociedade irá lutar, tendo que levar o Anel até a terra de Mordor, onde foi forjado, para ali destruí-lo e se não fosse ruim já ter que enfrentar os asquerosos orcs, ainda terão que derrotar suas próprias fraquezas para não perecer na jornada, algo que fica claro na luta de consciência travada por Boromir, entre fazer o que é certo ou o que parece mais fácil, luta que travamos todos os dias nas mais diversas situações. Tudo isso e muito mais você encontrará nas páginas de O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel, aventure-se e descubra um pouco mais sobre sua própria natureza, enquanto vaga pela Terra Média.

“Chegará um dia em que os Hobbits governarão o destino de todos.”

Serviços: TOLKIEN, J. R. R. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel. Ed Martins Fontes.

OS OLHOS DO DRAGÃO

terça-feira, 2 de maio de 2006




Para quem curte aventuras ambientadas em um mundo medieval, com certeza vai adorar esse livro, isso porque, ele tem as características dos contos de fadas misturadas com as emoção e suspense dignos do autor, Stephen King.
É isso aí, acredito que todos nós estamos acostumados a ligar o nome de King a filmes e livros de horror e suspense, mas o autor se mostra mais versátil do que o imaginado, como demonstrou em Um Sonho de Liberdade, filme cujo roteiro é seu e também no livro que apresento agora. É bem interessante a história do livro, a história foi escrita especialmente para a filha de King, Naomi, que já havia deixado bem claro para o pai, que o amava muito, mas não estava nem um pouco interessada em seus demônios, vampiros e criaturas rastejantes, isso mexeu com o autor, que decidiu escrever algo que conquistasse a menina. Uma certa noite começou a rascunhar a trama, que no início se chamaria O Guardanapo, quando terminou passou para a menina ler, a reação não poderia ter sido melhor, ela o abraçou e disse que não queria que a história tivesse terminado, nada melhor para um autor escutar. Mas afinal, que história é essa? Tudo bem, deixe-me guia-lo querido(a) leitor(a) por mais esse mundo fantástico.
Como disse antes, esse livro tem as características de um conto de fadas clássico, aventuras com dragões, príncipes valentes e mágicos maus, só que com a pitada de suspense típica de Stephen King. Tentem imaginar o que vou relatar agora:
“(…)A passagem através do castelo é esfumaçada, sentida por alguns e percorrida por uma só pessoa. Flagg conhece bem o caminho. Em quatrocentos anos, ele caminhou muitas vezes, com muitos disfarces, mas agora a passagem serve ao seu real propósito. Através de um orifício escondido na parede, o mago da corte observa o rei Rolando, velho, fraco, mas ainda um rei. O tempo de Rolando está quase terminando, apesar de o jovem príncipe Pedro, alto e bonito, todo um porte real, estar apto e receber o reino.
Ainda que um pequeno camundongo seja capaz de sacudi-lo, um camundongo que se arrisca a pegar um grão da “areia-do-dragão” atrás das estantes de Pedro e morre chorando lágrimas de fogo e expelindo uma fumaça cinza. Um camundongo que morre tal qual o rei Rolando. Flagg viu tudo e sorriu, pois o príncipe Tomás, um garoto ainda, facilmente servirá aos desejos de Flagg, governar o reino. Mas Tomás tem um segredo que transforma os seus dias em pesadelos e suas noites em ladainhas para o esquecimento. O último raio de esperança repousa no alto do obelisco, a prisão real onde Pedro planeja uma audaciosa escapada(…)”.

Escrevendo com a agilidade e força que fascina milhões de leitores, Stephen King transforma uma história que no início da leitura parece ingênua e até meio infantil, numa obra-prima de ficção que cativará leitores de todas as idades, é incrível como se percebe claramente a transformação da trama conforme se ler, a história se desenrola no ritmo da tomada de fôlego de uma fera antes de do ataque fatal. Então se arrisque e leia, descubra o que se pode ver através dos olhos de um dragão.

Serviços: KING, Stephen. Os Olhos do Dragão “The eyes os the dragon”. Editora Objetiva.

O HOBBIT

quinta-feira, 23 de março de 2006




Recentemente milhões de pessoas em todo o mundo puderam acompanhar uma das mais fantásticas aventuras já escritas, falo de O Senhor dos Anéis, a obra máxima de J. R. R. Tolkien e que foi transformada em uma das mais lucrativas trilogias do cinema pela visão extraordinária do diretor Peter Jackson.
Isso, é claro, não é nenhuma novidade, só que nem todas as pessoas que assistiram aos filmes sabem que antes de incrível jornada de Frodo e Cia., uma aventura igualmente mágica aconteceu antes e que está totalmente ligada aos fatos que se desenrolaram na trama da telona. O livro, O Hobbit, é na verdade o início da confusão criada pelo Um Anel, o objeto maldito mais desejado da Terra Média. Para quem não está antenado com a história vai aí um breve resumo: o Senhor do Escuro, Sauron, criou dezenove anéis de poder e os dividiu entre as principais raças da terra, Homens, Anões e Elfos, só que em segredo ele forjou um vigésimo anel para controlar os outros e assim ele poder dominar todos os povos. Só que durante uma batalha o anel foi arrancado dele com dedo e tudo e Sauron perdeu sua força, Isildur, o guerreiro responsável pelo feito podia ter destruído o Um Anel, mas foi vencido por seu poder, é que o Um Anel corrompe todo aquele que o possui, assim, Isildur some com o Um Anel e durante uma emboscada ele cai em um lago e lá fica esquecido.
Apesar de O Hobbit não girar em torno da figura do anel, as histórias se cruzam. O Hobbit narra as aventuras de Bilbo Bolseiro, uma criatura que como diz o título do livro pertence a raça dos Hobbits ou pequeninos, como são chamados. Essas criaturas são pacíficas e se limitam a festas, comida e descanso, uma vida tranqüila e sem emoções, no caso de Bilbo, a coisa muda quando ele conhece o mago Gandalf que chega a sua casa e organiza sem sua permissão uma pequena reunião com um grupo de anões zangados e resmungões. Apesar das tentativas de Bilbo de tentar se livrar do grupo, acaba se envolvendo e fazendo algo que nenhum outro hobbit já havia feito, sair em uma expedição.
A missão do grupo é roubar um tesouro que é guardado nada mais nada menos que por um grande e perigoso dragão, isso mesmo, um dragão. Logicamente que essa não é a idéia de diversão para Bilbo e ell não consegue entender porque Gandalf faz tanta questão que ele se envolva, os motivos do mago só ficam claros conforme a história vai se desenrolando e até o próprio Bilbo acaba por se surpreender com sua esperteza e habilidade de ladrão.
Bem ao estilo dos livros que viraram filmes, O Hobbit está ambientado na Terra Média e é povoado por criaturas fantásticas, que vão desde Águias Gigantes até os perigosos e temidos Trolls, com certeza é uma leitura envolvente e apaixonante. Quando escreveu o livro, Tolkien não visava alcançar tanto sucesso com o público adulto, já que o livro foi escrito para seus filhos, ou seja, uma obra infanto-juvenil, mas o sucesso foi imediato e vendeu milhões de cópias. Ah, ia esquecendo, sobre o quê o Hobbit tem a ver com a história do Um Anel, acho que só lendo para entender, experimente caminhar por corredores escuros na mais profunda das cavernas, na mais sombria das montanhas e talvez, se conseguir responder as adivinhas, você entenda, se não, é melhor correr ou pode acabar virando comida de orc. Boa leitura.

Serviços: TOLKIEN, J. R. R. O Hobbit “The Hobbit”. [Tradução: Lenita M. R. Esteves e Almiro Piseta. Revisão Técnica: Ronald Eduard Kyrmse]. São Paulo, Editora Martins Fontes.

MAIS J. R. R. TOLKIEN NO LITERATURA FANTÁSTICA:
ROVERANDOM

O FABULOSO MAURÍCIO E SEUS ROEDORES LETRADOS

terça-feira, 31 de janeiro de 2006




Você já imaginou um rato que adoro shows e sapateado? Ou um rato que lidera uma equipe especialista em desarmar ratoeiras? E que tal um gato falante que controla um grupo de ratos letrados? E se todos eles quisessem na mais ficar a parte da nossa sociedade, mas se tornar membros presentes e atuantes, competindo de igual para igual com os seres humanos? Loucura? Se você acha isso então não conhece o mundo criado pelo escritor inglês Terry Pratchett, onde tudo é possível.
Apesar dessa aventura fabulesca se passar no tão incrível e sedutor mundo em forma de disco criado pelo escritor, não faz parte da série de livros lançados anteriormente e posteriormente e que recebem a marca Discworld, a história se passa no mesmo ambiente, mas deixa de enfocar, magos e bárbaros para se concentrar no mais estranho grupo que já surgiu nas páginas de um livro.
Maurício é um gato falante que aparentemente lidera um grupo de ratos igualmente falantes e que também sabem ler, (os ratos tem um opinião diferente sobre quem lidera quem.) eles viajam de cidade em cidade recolhendo dinheiro para um dia quem sabe ir para seu tão almejado paraíso, uma ilha deserta, onde os ratos pudessem viver em paz. Para conseguirem o dinheiro, eles contam com a ajuda de um, literalmente, garoto-com-cara-de-bobo, que tem como maior habilidade saber tocar flauta, pronto, aí está a fórmula para se conseguir dinheiro, um gato, vários ratos e um garoto flautista, entendeu? Não? Então procure se lembrar de uma outra história famosa, a do Flautista Mágico, sacou? Ainda não? Beleza, vou explicar, a história do flautista mágico fala sobre uma cidade empestada de ratos, para se livrar da praga, os cidadãos pagam a um flautista para com sua flauta encantada levar os ratos para fora da cidade e afoga-los no rio mais próximo, o que Terry Pratchett faz é pegar essa mesma história só que pela visão dos ratos e de quebra, de um gato também, sendo que eles estão no comando do flautista. Entendeu agora? Toda as cidades por onde o garoto passa, incrivelmente se tornam repletas de roedores indesejáveis e quem surge para salvar os cidadãos desesperados? O garoto-com-cara-de-bobo e toda essa conspiração vem de dentro da cabeça imaginativa de Maurício, ou melhor, do Fabuloso Maurício.
Nessa louca aventura, vamos conhecer criaturas simples, mas fantásticas, que durante a narrativa se mostram tão humanas ou mais humanas que muitas pessoas e que nos dão uma grande lição sobre amizade e como não devemos nunca desistir de nosso sonhos, assim como, da fantasia, que costumamos abandonar conforme crescemos. Pratchett é genial e narra de maneira fluente e agradável, tornando este livro um de seus melhores, que conquistará você desde a primeira página e faze-lo sonhar com seus novos companheiros de trapaças e trapalhadas.
Só mais uma coisa para incitar ainda mais sua curiosidade, os ratos citados no livro escolheram nomes bem exóticos, tipo: Bronzeado Intenso, Perigoso Feijão e Não Entre, consegue imaginar o porquê?

Serviços: PRATCHETT, Terry. O Fabuloso Maurício e Seus Roedores Letrados. “The Amazing Maurice and his Educated Rodents”. [Tradução: Ricardo Gouveia].Editora Conrad, SP - 2004.

HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE

segunda-feira, 2 de janeiro de 2006




Fãs de todo o mundo, parem o que estiverem fazendo e se concentrem nesta resenha, pois estão prestes a ler sobre um dos melhores livros da série criada por J.K., cheio de surpresas do início ao fim.
Só para começar, esqueçam aquele Harry dos cinco últimos livros, ele mudou e mudou para melhor, finalmente o garoto compreende quem ele é e qual sua importância para o mundo bruxo, na verdade já estava na hora não é? Em o Enigma, a situação chega àquela hora em que tudo fica insustentável, a hora de tomar decisões que podem não ter volta e o leitor percebe isso logo nos primeiros capítulos quando vai poder assistir Snape fazendo um pacto mágico com nada menos que Narcisa Malfoy, isso porque Narcisa precisa da ajuda do professor para auxiliar seu filhinho Draco, num serviço encomendado pelo próprio Voldemort. Isso é o bastante, eu garanto, para não largar mais o livro, afinal de contas qual seria o tal serviço? Matar Harry Potter, Dumbledore ou outra coisa? Bom, claro que não vou estragar a surpresa, terão que ler o livro, um prazer do qual não vão se arrepender.
No sexto livro, nos deparamos com um mundo mergulhado na escuridão e na névoa, as lojas do Beco Diagonal estão quase todas fechadas, pessoas desaparecem ou morrem quase todos os dias e percebemos que o mundo bruxo e o mundo dos trouxas é muito mais ligado do que imaginávamos. Diante disso, claro que a segurança em torno de Harry é total, o próprio Dumbledore vai buscá-lo em casa para levá-lo até A Toca onde seus amigos o aguardam, daí você pode tirar a seriedade da situação. Dumbledore decide dar aulas particulares a Harry, aulas estas que são um dos pontos altos do livro, pois através delas finalmente conhecemos um pouco mais da vida do Lorde das Trevas, desde antes de nascer até se tornar o bruxo mais temido do mundo, são durante as aulas que ficamos sabendo das Horcruxes e seu papel fundamental para a sobrevivência de Você-Sabe-Quem e que também são a chave para a sua destruição. Só para dar uma dica, se você acha que nunca viu uma Horcrux ou leu sobre ela, lembra daquele diário que tanto atormentou a vida de Gina Weasley e dos demais? Muito bem, o diário era uma Horcrux e não era só um artefato que preservava a memória dos dezesseis anos de Tom Riddle, mas também uma parte da alma do mesmo, no total são sete Horcruxes, adivinha as outras seis?
Claro que, apesar de tudo o que está acontecendo, J.K. ainda arruma espaço para nos deliciar com as brincadeiras dos gêmeos Weasley e sua loja de logros, as trapalhadas de Rony, as crises de Hermione e o despertar de uma paixão, isso mesmo, Harry se apaixona e não é por nenhuma aluna de olhinhos puxados da Corvinal, é por alguém bem mais próximo dele, uma garota pela qual jamais imaginou se apaixonar…Puxa vida, já ia esquecendo algo muito importante, o tal do Príncipe! Tiago Potter? Voldemort? Sirius? Essas são hipóteses que passam pela cabeça do amadurecido Harry em busca da identidade do tal aluno que se intitula o Príncipe Mestiço e que vai ensinar tanto a ele, através de um livro de poções que cai na mão do Eleito (é assim que os jornais chamam Harry!) por puro acaso, é que o livro está cheio de anotações que vão transformar Harry Potter em um verdadeiro gênio de Poções o que chama a atenção de seu antigo professor dessa disciplina, Snape…Opa! Antigo professor de poções? Acreditem se quiser, mas Snape deixa de ensinar essa disciplina para se dedicar ao que mais queria ensinar…Defesa Contra as Artes das Trevas (DCAT para os íntimos).
Está aí, esse é o cenário do sexto ano em Hogwarts e muitas outras coisas que eu não comentei vão fazer você rir, chorar, vibrar e se assustar, preparem-se para mais um ano cheio de aventuras e ação, onde você vai ter a oportunidade de lutar lado com Harry, Rony e Hermione contra Comensais da Morte, Lobisomens e “Traidores”.

- “Não se preocupe professor!”
- “Não estou preocupado, Harry, eu estou com você.”

Bom Divertimento!

Para mais Harry Potter no L.F., clique aqui: O MUNDO MÁGICO DE HARRY POTTER… .