O OITAVO MAGO

No mundo do disco criado pelo genial Terry Pratchett, os magos têm seus apetites sexuais inibidos pela força da magia, portanto, é muito improvável existirem filhos de magos rondando esse fantástico e hilário universo, onde o principal mundo é plano e sustentado por 4 elefantas gigantes que por sua vez se posicionam em cima de uma tartaruga chamada de Grande A’tuin.
Mas, além da falta de apetite sexual dos magos, é expressamente proibida a eles a paternidade. Isso se deve por razões de segurança para o próprio universo (o que é muito bem salientado e explicado a todos os jovens magos aprendizes dentro dos muros da conceituada Universidade Invisível de Magia).
Fica claro então que o proibido é justamente o que ocorre durante esse quinto livro da mais divertida série de histórias fantásticas criadas desde a morte de Douglas Adams e o fim das aventuras de Arthur Dent e seu “Guia do Mochileiro das Galáxias”.
Tendo como protagonista da história um de seus melhores personagens, o mago que não sabe nada de magia, Rincewind (covarde ao extremo, mas segundo suas próprias palavras, “apenas extremamente cuidado quando se trata de salvar vidas, principalmente quando essa vida for a sua). Pratchett cria uma sensacional história onde a arrogância e sede pelo poder dos magos aparece de uma forma que pode ter consequências terríveis para o disco, alterando-o para sempre.
Quem ainda não conhece esse universo fantástico criado por esse ex-jornalista inglês, tem em o “Oitavo Mago” uma excelente oportunidade de começar, já que ele, como a maioria dos títulos, não segue uma sequência em relação aos outros volumes da série.
Imperdível para os apreciadores de aventuras fantásticas e da fina flor do humor negro na atualidade.
Serviços: PRATCHETT, Terry. O Oitavo Mago “Sourcery”. [Tradução: Roberto DeNise]. São Paulo, 2003. Editora Conrad.
15/07/06 às 23:23
Oi Vladimir,
Mais um que nao li. To ficando envergonhadíssima com isso. Um beijo para vc. ótima pedida essa.
17/07/06 às 12:19
Vc já deveria ter começado a ler a série.
25/07/06 às 17:06
Sem comentários irmão, vc sabe o quanto sou fã do discworld, nem preciso ler pra saber que o livro deve ser fantástico e engraçadíssimo.