ASSASSINATO NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

Parece que está virando moda escrever livros sobre assassinatos não acham? Mas não creio que essa moda tenha atingindo Jô Soares. Assassinatos na academia brasileira de letras é um livro que não nos faz parar de lê-lo quando começamos em tal empreitada. Ao contrário de certos escritores (como Dan Brown) Jô não escreveu um livro para entreter-nos, mas sim para nos contar uma história bem contada e com uma certa pitada de humor. Sim, pitada. Porque realmente o livro me fez rir, mas infelizmente em três momentos. Mesmo assim o livro não perde a beleza da qual o Rio de Janeiro dispunha na década de vinte.
Devo ressaltar que o autor de tal livro nos engana muito bem, quando pensamos saber quem vem a ser o assassino de tais imortais. Com certeza eu não teria desconfiado da pessoa certa, se minha curiosidade de ler sempre as últimas palavras de todo livro fosse tão grande. (Tenho essa mania de sempre ler as palavras finais dos livros).
Por coincidência, uma coisa na qual nosso policial não acredita, eu vim a descobrir quem era o assassino. Venhamos e convenhamos, Machado Machado, o policial que cuida do caso dos mortos imortai,s não acredita na coincidência, mas o modo como ele descobre tais pistas para chegar até o assassino é, sinto em ter que dizer isso mas, coincidência.
Devo confessar que nos três livros lidos por mim de Jô Soares: O xangô de Baker Street, Quem matou Getulio Vargas e Assassinatos na academia brasileira de letras, devo dizer que o que mais gostei foi o no qual Sherlock Holmes participa, o do xangô.
O livro é agradável de se ler, apenas às vezes temos que ir até o dicionário, o que é bom. Porém só fiz elogios, mas acho que deveria ter sido mais rude. Infelizmente não sou bem a pessoa certa pra falar de Jô Soares, mas mesmo assim existira momento do livro que achei uma literatura fraca. Não pelo que ele nos fornece sobre envenenamentos e sobre o Rio de Janeiro, mas porque creio que faltou algo de essencial em seu livro que não sei dizer.
Acho que não devo mais falar sobre o livro, porque falar sobre livros que envolvem assassinos que sempre tentamos descobrir, é um pouco ruim de comentar sobre tais. Mas creio que Jô tenha pecado em algo. Colocar o velho clichê de um casal e que descobrem juntos toda a trama. Ele poderia ter sido maior do que isso e é tudo.
Serviços: SOARES, Jô. Assassinatos na Academia Brasileira de Letras. Companhia das Letras, SP. 2005.
18/03/06 às 10:36
Jô, se vc for capaz, inicie a construção de um novo livro. Não gostei nada. Falta interatividade. Ah, eu errei: gostei muitíssimo o livro é excelênte. Vc é o meu fã preferido.
2/04/06 às 20:32
seu livro e muito interessante apesar de eu ser novo me amarro nos seus livros vlw!!!
10/06/06 às 20:26
Há quase um ano que estou a tentar adquirir este magnifico livro de Jo Soares e até agora nada! Ja o encomendei por diversas vezes aqui em Portugal e deu em nada! Ja falei com livrarias/editoras do Brasil e a resposta foi a de que ” se tiver alguem conhecido no Brasil que mo compre!”. Haja paciencia! Estou ansiosissima por ler o livro! Parabéns àqueles que ja conseguiram deliciar os seus olhos!
15/11/06 às 12:34
eu simplesmente amei esse livro.ele é mt divertido!!!adoro os livros do Jo.mais o melhor de todos é o xango .
16/12/06 às 19:13
Gostei do livro e como leitora aceitei ser cúmplice do protagonista em nao desprestigiar a imagem do alafaite anao que jamais conseguia receber do Estado o pagamento pelos fardoes. Eu tivesse gostado recuperar a escena da predra de rubi engolida e contar como Machado pôde expulsá-la.
24/12/06 às 10:59
Li os três romances do Jô, e com certeza posso afirmar que foram os três melhores livros que já li! Não há quem mescle fantasia, realidade, humor, sátira e inteligência como Jô Soares.
31/01/07 às 9:16
O livro é razoável.
Conta algumas histórias interessantes, mas nada de muito especial.
Aconselho o livro, afinal, toda a leitura é válida. Porém, essa não é uma obra que vai ficar guardada em um lugar especial em minha memória.