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	<title>Literatura Fantástica</title>
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	<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 02:48:25 +0000</pubDate>
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		<title>A VILANIA INCONSCIENTE DOS HERÓIS</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 02:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sérgio A. M. Filho]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine um universo das HQs na qual apenas os vilões existissem? Difícil vislumbrar algo do tipo já que as revistas levam o nome dos heróis. Imagine então o contrário. Se somente os heróis existissem? Tudo seria monótono e portanto sem graça, pois os vilões é que são os responsáveis por colocarem os heróis em ação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine um universo das HQs na qual apenas os vilões existissem? Difícil vislumbrar algo do tipo já que as revistas levam o nome dos heróis. Imagine então o contrário. Se somente os heróis existissem? Tudo seria monótono e portanto sem graça, pois os vilões é que são os responsáveis por colocarem os heróis em ação, e a ação é o cerne do enredo de todo gibi de heróis com superpoderes ou super-habilidades.<br />
Apriori o vilão tem um objetivo predeterminado à existência do herói, este é mais um – e o mais difícil – obstáculo à realização dos planos maléficos daquele. Em alguns casos o seu heroísmo só é realçado na medida em que o vilão fracassa diante de tal combate, fato que acaba por engrandecê-lo diante do senso comum que o adjetiva de herói.<br />
<center> <img src='http://literatura.interativo.org/img/batman_michael_keaton_jack_nocholson_joker_marvel_comics.jpg' alt='' /></center><br />
Na minissérie Um conto de Batman - de volta à sanidade em quatro edições no formato americano, a dualidade entre herói e vilão é posta em destaque.<br />
Batman, após enfrentar mais uma armadilha do seu mais demente inimigo, o Coringa, desaparece às vistas por um tempo considerável. Seria então a ocasião propícia para o coringa atacar longe de qualquer importunação. Porém não é o que ocorre, sem o cavaleiro das trevas à espreita o néscio incorrigível volta à sanidade, torna-se um cidadão simples, comum e imperceptível como milhões de pessoas às quais ele passa a conviver pacificamente.<br />
Reaparecendo, o paladino criado por Bob Kane ressurge das, e nas trevas para fazer retornar as trevas, e tudo no universo dos quadrinhos se normaliza, principalmente porque o Coringa &#8220;recupera&#8221; sua loucura. Aqui é posto em xeque a função do herói. Se Batman tivesse de fato morrido não haveria risco algum à Gotham City, pois a vilania do seu arquirival havia esvaecido juntamente com seu heroísmo. Logo ambos resnacem juntos. Quem é aqui é o vilão da história?<br />
Narrativa semelhante tem o filme Unbreakable (Inquebrável), do diretor e roteirista M. Night Shyamalan, traduzido no Brasil como Corpo fechado. David Dunn (Bruce Willis) é um sujeito trabalhador e pacato em vias de um fracasso matrimonial que numa certa tarde sofre um acidente de trem no qual sobrevive – dentre 131 mortos, num trem com 132 pessoas – sem nenhum arranhão sequer. É nesse momento que Dunn conhece Elijah Price (Samuel L. Jackson), um homem que devido a uma doença de nascença tem os ossos frágeis como vidro. Price é um colecionador de quadrinhos que apresenta a Dunn a seguinte teoria: heróis existem de verdade, a arte seqüencial seria uma retratação exagerada dessa realidade. Ele acredita também que para cada pólo há seu correspondente extremo.<br />
<center><img src='http://literatura.interativo.org/img/unbreakable.jpg' alt='' /></center><br />
O constante contato entre ambos vira uma amizade que ajuda Dunn a se conhecer mais profundamente: sua natureza; sua história de vida; sua origem heróica; seus poderes e até sua fraqueza. Desse modo o personagem de Willis transformasse efetivamente num herói com direito à notícia estampada em página de jornal. Acontece que graças a seus poderes revelados por incentivo de Elijah, o inquebrável descobre que o acidente do qual escapou plenamente ileso não foi bem um acidente e muito menos um caso isolado, foi antes de tudo uma série de ataques planejados por Price a fim de provar na prática sua teoria. Ora, Price é o sujeito que se quebra como vidro, precisa encontrar seu pólo extremo, alguém inquebrável como aço, mesmo que à custa de centenas de vidas inocentes, pois sem tamanho sacrifício humano o heroísmo de Dunn jamais seria descoberto, isto é, se Price nunca tivesse existido, a heroicidade de Dunn provavelmente não existiria também. Então não haveria herói, mas também nenhum sacrifício humano seria necessário.<br />
Afinal, quem realmente é o vilão da história?</p>
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		<title>RESSURREIÇÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2006 20:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nathan Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[


Medroso, inseguro, desconfiado. Essas são apenas alguns defeitos do coração do Dr. Félix. Homem que na sua mocidade suspirava por coisas fugitivas, hoje era um homem de trinta e seis anos, vadio e desambicioso. Se tornara assim depois que fôra lembrado por Deus com uma herança inesperada, tirando-o assim da pobreza.
Dr. Félix era o tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><br />
<img src='http://literatura.interativo.org/img/machado.jpg' alt='' /><br />
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<p>Medroso, inseguro, desconfiado. Essas são apenas alguns defeitos do coração do Dr. Félix. Homem que na sua mocidade suspirava por coisas fugitivas, hoje era um homem de trinta e seis anos, vadio e desambicioso. Se tornara assim depois que fôra lembrado por Deus com uma herança inesperada, tirando-o assim da pobreza.<br />
Dr. Félix era o tipo de homem que não levava suas paixões a sério. Podemos até mesmo duvidar se chegavam a ser paixões. Ele dizia que um caso de amor só devem durar duas estações; ou então seis meses. O narrador do livro já nos faz esssa demonstração logo no segundo capítulo do livro. Ele indo a casa de Cecília para acabar com o amor que já estava chegando nos seus limites, e que ele achava por certo terminar aquela história. E assim o fez.</p>
<p>O livro logo no começo já nos mostra que rumo pode tomar a a história do coração de Félix. Um homem que provavelmente já tenha sofrido com o amor, e que agora não liga mais para ele. Mas no decorrer da história, e com a intromissão do autor-narrador, ele faz-nos perceber que a história com certeza irá tomar um rumo digamos um pouco diferente. Creio eu que na realidade a história em si não importa tanto, mas o modo como é contada por Machado, sempre meticuloso, ele dá seus ares da graça a todo instante e sempre nos deixando a par de todas as situações. Mas vamos ao que interessa&#8230;</p>
<p>Viana, tido por Félix como um parasita de considerações e da amizade, éo tipo de moço que vai atoda parte e conhece a todos, sempre falador e chamando atenção sempre. Viana vai a casa de Félix com um convite mandado pelo coronel para que este compareça ao sarau à noite. Viana conta a Félix que sua irmã Lívia veio morar com ele, tendo em vista que o marido da mesma havia morrido. Lívia viria pra morar com o irmão, mas já pensava em viajar pra Europa.<br />
Os dois se encontram no sarau à noite em casa do coronel. No decorrer da noite, Félix vai se chateando com tudo que está a sua volta e decide ir embora, até que o coronel pede para que Lívia o retenha.<br />
Os dois se conhecem e ficam amigos. Já podemos saber o que irá acontecer. Os dois se apaixonam. Félix o homem do coração de pedra revela em determinado momento do livro:<br />
“Meu coração que aparenta se de marmórenão passa apenas de argila comum”. Aqui podemos ver que ele poderia sim vir a se apaixonar. Mas o seu coração cego pelo medo de perder a mulher, tendo sempre ciúmes que não haviam razões para existir vai malogrando todo o amor que por Lívia lhe era dado.</p>
<p>Quando imaginamos que Lívia o deixará, ela sempre o quer ter de volta. E ele persiste em seus erros, em pensar coisas escabrosas de seu amor, acreditando mais nas pessoas que falam coisas dela pra ele, do que nela mesma. Marcam o casamento e este quando está por acontecer, eis que Félix recebe uma carta anônima dizendo que deixe o casamento de lado, e ele o faz. Se não fosse por Meneses, um amigo seu, que por ora fora também apaixonado por Lívia, ele não teria ido ao encontro do seu amor, que encontrava-se adoentada.<br />
Mas, por já ter feito Lívia sofrer tanto, e de tanto pedir perdão e desculpas, e por Lívia sempre o ter perdoado, e por tê-lo amado tanto sempre, eles não ficarão juntos como se poderia de se esperar para alguns leitores. Machado é fascinante, e eu que tinha medo daquela sua barba e daqueles seu olhar, hoje me deparo e digo: Leiamos Machado de Assis.</p>
<p><b> <i> Serviços: de Assis, Machado.Ressurreição.Editora Formar, SP. 2005.</i> </b></p>
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		<title>O VIÉS METAMORFÓSICO DE FRANZ KAFKA</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Dec 2006 22:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sérgio A. M. Filho]]></category>

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A transformação da lagarta – uma criatura rastejante – em borboleta – um ser que ganha os céus em liberdade – é representada alegoricamente pelo mito grego de Psique, cuja história representa a purificação da criatura que após sofrer os mais penosos acintes ganha a imortalidade da alma. 
   Em A Metamorfose Franz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><br />
<img src='http://literatura.interativo.org/img/91206.jpg' alt='' /><br />
</center><br />
A transformação da lagarta – uma criatura rastejante – em borboleta – um ser que ganha os céus em liberdade – é representada alegoricamente pelo mito grego de Psique, cuja história representa a purificação da criatura que após sofrer os mais penosos acintes ganha a imortalidade da alma. </p>
<p>   Em A Metamorfose Franz Kafka inverte o significado dessa transformação. O protagonista de seu conto, Gregor Samsa, é um trabalhador explorado que labuta por endividamento, portanto um ser humilhado que certa manhã vê-se metamorfoseado num inseto rastejante e repugnante. </p>
<p>   De uma vida mesquinha de caixeiro-viajante, Gregor samsa passa a viver a angústia ante sua própria existência. Rejeitado pela família Samsa leva a vida enclausurado no seu quarto, arrastando-se pelo chão; subindo pelas paredes; escondendo-se dos demais embaixo do sofá; alimentando-se de comidas podres e confundindo-se com o lixo despejado em seu recinto e sempre a espreitar atrás da porta as lamúrias de seus familiares, o que o faz sentir-se culpado por sua nova aparência física, já que seus sentimentos continuam humanos a despeito de todo o resto. </p>
<p>   O subjetivismo de A Metamorfose tem aberto espaço para as mais variadas interpretações da obra kafikiana. Essa plurissignificância engloba desde leituras psicanalíticas à marxistas. Porém o que mais chama atenção em A Metamorfose é como Kafka, através do seu protagonista, considera a existência por si só um absurdo.</p>
<p><i><b>Bibliografia: Kafka, Franz. A Metamorfose/ Um Artista da Fome/ Carta a meu Pai. São Paulo: Martin Claret, 2002.</b> </i></p>
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		<title>AUTO DA BARCA DO INFERNO</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Nov 2006 20:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sérgio A. M. Filho]]></category>

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Partindo da dicotomia céu e inferno presente no ideário católico do século XVI e que perdura até nossos dias, Gil Vicente sustenta em sua obra O Auto da Barca do Inferno a moral primeva do catolicismo, fazendo críticas a todas as classes sociais, pois na visão do  dramaturgo português é preciso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <center><br />
<img src='http://literatura.interativo.org/img/autodabarcadoinferno.jpg' alt='' /> </center> <br />
Partindo da dicotomia céu e inferno presente no ideário católico do século XVI e que perdura até nossos dias, Gil Vicente sustenta em sua obra O Auto da Barca do Inferno a moral primeva do catolicismo, fazendo críticas a todas as classes sociais, pois na visão do  dramaturgo português é preciso resgatar os mais sublimes ideais de simplicidade e honestidade da igreja católica em todos os níveis da sociedade. Trata-se então, stricto sensu, de literatura católica. Mas levemos em consideração o contexto no qual está inserida a visão de mundo vicentina. Na época de Gil Vicente Portugal ainda vivia a ressaca da idade média, daí a crítica ser à reformulação do caráter da igreja.  </p>
<p>Depois de mortas, pessoas de diferentes classes sociais, cada uma com características que representam a sua posição na sociedade, se vêem em um &#8220;Braço de Mar&#8221; onde terão expostas duas barcas, a que leva para o inferno e outra ao paraíso. Aquela conduzida pelo diabo e esta por um anjo. Nestes pequenos barcos, os pecadores serão apontados por seus vícios que praticaram em vida, motivo de regozijo para o arrais do inferno e de desprezo para o arrais do céu. </p>
<p>Além dos dois arrais, há ainda o companheiro do diabo e mais 14 personagens que embarcarão em uma das barcas, com exceção do judeu, o qual não é aceito em nehuma delas. Gil Vicente caracteriza-os com símbolos que representam seus pecados. Por exemplo o fidalgo que traz o pajem e a cadeira significando luxúria; o onzeneiro e o bolsão denotam avareza; dentre outras personagens com seus respectivos símbolos pecaminosos, com exceção do parvo e dos quatro cavaleiros. </p>
<p>Os quatro cavaleiros e o parvo são os únicos que embarcam junto ao arrais do céu. O último por sua ingenuidade. Já os cavaleiros por que lutaram nas cruzadas em nome da igreja católica combatendo os &#8220;inféis mouros&#8221;. Os quatro cavaleiros encerram a peça com um final apoteótico, elevando o nome da igreja católica. <br />Mesmo com a denominção de teatro profano, termo que com o tempo adquiriu uma conotação de algo contrário à igreja, (quando na verdade esse nome se deu pelo fato de as peças não serem encenadas no adro da   igreja ) O Auto da Barca do Inferno é, sem dúvida, calcado na intenção de reformular a moral católica.E apesar de posta sobre a moralidade do catolicismo, o Auto Vicentino em questão não é de todo moralista. A peça remete o leitor a profundas reflexões acerca de sua própria condição terrena. </p>
<p><i><b>Bibliografia: VICENTE, Gil. Farsa de Inês Pereira/ Auto da Barca do Inferno/ Auto da Alma. São Paulo: Martin Claret, 2003.  </b></i></p>
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		<title>O TOQUE MÁGICO</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Nov 2006 14:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vladimir de Sousa]]></category>

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Alan Bulmer é um médico como poucos, daqueles que valorizam o contato físico e realmente se importam com seus pacientes (o que é bastante raro hoje em dia), tendo sempre, como sua maior preocupação a saúde de sua clientela e não os seus bolsos. 
A vida profissional de Alan corre normalmente. Paralelamente a sua conturbada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><br />
<img src='http://literatura.interativo.org/img/vaivaivaio.jpg' alt='' /><br />
</center><br />
Alan Bulmer é um médico como poucos, daqueles que valorizam o contato físico e realmente se importam com seus pacientes (o que é bastante raro hoje em dia), tendo sempre, como sua maior preocupação a saúde de sua clientela e não os seus bolsos. <br />
A vida profissional de Alan corre normalmente. Paralelamente a sua conturbada vida pessoal, onde seu casamento está em crise, principalmente pelas mudanças sofridas por sua esposa após a perda de seu único filho, e sua forte atração por uma bela viúva, mãe de um de seus pacientes.<br />
A viúva é Sylvia Nash, uma excêntrica e rica mulher, que tem como maiores prazeres chocar a sociedade e cuidar de seu pequeno filho, que sofre de um elevado grau de autismo. Sylvia é a patroa de Ba, misterioso e extremamente fiel vietnamita, antigo amigo de seu finado marido. Charles é o amante de Sylvia, renomado médico e pesquisador de uma grande instituição. Em sua profissão é o oposto de Alan, sempre evitando o contato direto com  pacientes e buscando exercer a medicina apenas através de pesquisas. Charles é o típico homem da ciência, cético ao extremo, não crê em nada ou em ninguém que de alguma forma subverta a razão científica. Fechando o  círculo, o antagonista da história, o ambicioso Senador McCready, perigoso homem que não medirá esforços para atingir seus inescrupulosos objetivos. <br />
Todos esse profundos personagens se encontram quando Alan passa por uma estranha experiência, recebemndo de um estranho mendigo que o perseguia, um inacreditável poder que pode mudar a vida de cada um deles para sempre. Mas seria esse poder uma dádiva, ou uma terrível e fatal maldição? <br />
“O Toque Mágico” é mais uma magistral obra do mestre F. Paul Wilson (O Fortim, Kuroikase, Renascido), que aprofunda ainda mais seu fantástico universo, em uma incrível jornada vivida pelo virtuoso médico Alan Bulmer e seu toque  curador, também chamado de Dat-Tay-Vao. <br />
É uma grande pena não termos como encontrar os livros de Wilson com mais facilidade. Suas melhores obras encontram-se fora de catálogos no Brasil e muitos de seus livros nunca foram nem lançados por aqui. Um grande desrespeito das editoras brasileiras, principalmente a Record que publicou alguns de seus livros. Agora só nos resta contar com a sorte de encontrar essas obras em sebos e rezar para que alguma editora brasileira tenha a boa vontade de nos presentear lançando outros de seus títulos.</p>
<p><b>Serviço: WILSON, F. Paul. O Toque Mágico. <i>The Touch</i>. Editora Record. </b></p>
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		<title>VÁRIOS MITOS EM UM SÓ UNIVERSO</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Oct 2006 20:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sérgio A. M. Filho]]></category>

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Na Literatura ocidental contemporânea, geralmente quando se fala em mitologia é referente ao paganismo da cultura greco-romana, e qualquer menção à religião diz respeito à crença cristã. Ambos fenômenos sociais são produtos de uma coletividade que, mesmo apresentando-se como dicotômicos, estão os dois historicamente ligados. O cristianismo nasceu e fortaleceu-se ante a supremacia dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><br />
<img src='http://literatura.interativo.org/img/0618126988.gif' alt='' /><br />
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<p>Na Literatura ocidental contemporânea, geralmente quando se fala em mitologia é referente ao paganismo da cultura greco-romana, e qualquer menção à religião diz respeito à crença cristã. Ambos fenômenos sociais são produtos de uma coletividade que, mesmo apresentando-se como dicotômicos, estão os dois historicamente ligados. O cristianismo nasceu e fortaleceu-se ante a supremacia dos deuses do Olimpo e foi o imperador romano Costantino quem concedeu liberdade religiosa aos cristãos, que por sua vez travestiram os deuses em santos. Imagine então uma mescla indiscriminada de mito e religião produzida não por um coletivo, mas por um único homem. Resultado: O Silmarillion.<br />
   J.R.R. Tolkien somou, no que alguns consideram sua obra-prima, não só o politeísmo clássico com o monoteísmo cristão, como também os mitos nórdicos e a crença judaica. O que é o ainunlindalë (um dos capítulos da obra) se não uma nova leitura do Gênesis em que &#8220;&#8230;Eru, o único&#8230;&#8221; é se não o Javé dos judeus; Melkor: o Lúcifer de Arda; e ainda o Middler Earth (Terra média), o Midgard dado por Odin aos homens. A origem do cosmos tolkeniano segue com a música dos ainur e o poder dos Valar apresentando-nos uma sensacional mistura de universos num só. <br />
   A origem dos elfos e suas vertentes na Terra média, o nascimento dos homens e o surgimento dos anões, bem como a criação dos anéis de poder que vão marcar boa parte da narrativa de O Hobbit e serem a mola propulsora da trilogia O Senhor dos Anéis, estão nas imperceptíveis 460 páginas de O Silmarillion.</p>
<p>   <i><b>Bibliografia:Tolkien, J.R.R.. O Silmarillion. Organizado por Christopher Tolkien; tradução Waldéia Barcellos. São Paulo: Martins Fontes, 1999.</b></i></p>
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		<title>A IDENTIDADE BOURNE</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Aug 2006 15:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vladimir de Sousa]]></category>

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“Delta está para Caim e Caim está para Charlie”  
Esse é um pensamento que constantemente perturba a mente do amnésico e perseguido personagem principal dessa obra prima da literatura de espionagem. 
Um homem é resgatado semimorto das águas revoltas do mar em uma noite de forte tempestade, levado para uma pequena ilha, é tratado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src='http://literatura.interativo.org/img/bookmio.jpg' alt='' /><br />
<i>“Delta está para Caim e Caim está para Charlie” </i> </center></p>
<p>Esse é um pensamento que constantemente perturba a mente do amnésico e perseguido personagem principal dessa obra prima da literatura de espionagem. <br />
Um homem é resgatado semimorto das águas revoltas do mar em uma noite de forte tempestade, levado para uma pequena ilha, é tratado por um médico alcoólatra. Após acordar, descobre que os danos vão muito além do imaginado. O trauma o levou a um estado de completa amnésia, privando-o de todo o seu passado. Obcecado em descobrir quem é, esse homem sem nome e passado começa a juntar pequenos fragmentos, parte de um grande e complexo quebra cabeças que é sua vida. Aos poucos, esse atormentado homem avança em suas buscas, até chegar ao nome Jason Bourne. Acreditando que esse é seu nome, Bourne tem que prosseguir com suas investigações, tendo que entender os flashs de memórias completamente confusos que aumentam de intensidade a cada instante e principalmente, descobrir os motivos por estar sendo perseguido por pessoas até então supostamente desconhecidas. Então, Jason tem que, sobretudo, descobrir o porquê do seu interesse na figura do terrorista Carlos, o Chacal e que empresa é a Treadstone, ao qual provavelmente ele é funcionário e que colocou em uma conta no seu nome a absurda quantia de 5 milhões de dólares. <br />
Robert Ludlum criou em “A Identidade Bourne”, um dos melhores e mais profundos personagens que eu já vi em livros do gênero. Jason Bourne é um homem artomentado por desconhecer seu passado e acreditar ser um perigoso assassino. Com medo de causar mal as pessoas que ele passa a gostar, como a jovem economista canadense pelo qual ele se apaixona, Marie. Jason Bourne é um homem que vive sempre no limite entre o descontrole e a razão, sempre obrigado a tomar perigosas decisões. <br />
Matt Damon interpretou esse personagem pela segunda vez nos cinemas, em dois ótimos filmes. O interessante é que essas adaptações são completamente diferentes das histórias encontradas nos livros.</p>
<p><b>Serviços: LUDLUM, Robert. A Identidade Bourne. <i>The Bourne Identity</i>. [Trad.:S. M. Barreto]. Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro. 1980.</b></p>
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		<title>FORTALEZA DIGITAL</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Aug 2006 15:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vladimir de Sousa]]></category>

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Em Fortaleza Digital, livro de estréia do megamilionário Dan Brown, acompanhamos momentos de extrema tensão em uma trama que pode levar ao fim de uma das maiores e mais secretas agências de segurança dos E.U.A: a NSA (Agência de Segurança Nacional). Agência responsável pela decodificação de qualquer tipo de mensagem circulada na internet. Ou seja, [...]]]></description>
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Em Fortaleza Digital, livro de estréia do megamilionário Dan Brown, acompanhamos momentos de extrema tensão em uma trama que pode levar ao fim de uma das maiores e mais secretas agências de segurança dos E.U.A: a NSA (Agência de Segurança Nacional). Agência responsável pela decodificação de qualquer tipo de mensagem circulada na internet. Ou seja, uma forma do governo norte americano controlar ainda mais a sua população, com a justificativa de proteger a nação de possíveis atentados terroristas ou algo do gênero.<br />
Os personagens parecem ser criados a partir de uma espécie de “guia padrão de modelos para personagens clichês” que Brown sempre utiliza em todos os seus livros. Nesse, os personagens principais são: a “linda, gostosa e genial” criptógrafa/matemática Susan Fletcher; seu noivo, o “lindo, inteligente, sensível e metido a 007” especialista em línguas, David Becker; o severo, mas bondoso Comandante Strathmore, que tenta controlar a crise de todas as formas lícitas e ilícitas possíveis; um genial programador, responsável pelo programa que pode causar o fim da agência; um cruel, perigoso e frio matador, que responde apenas a um misterioso mandante, que será revelado apenas no final do livro (isso se você ainda não leu nenhum dos outros livros do autor, se leu, sem dúvida descobrirá toda a trama antes da página 50).<br />
Não acredito que o sucesso de Dan Brown esteja ligado a sua genialidade enquanto escritor. Longe disso. Seus livros, não tem nada mais do que histórias polêmicas e interessantes, envolvidos por um bom trabalho de pesquisa (feito em conjunto com sua esposa), com um enredo extremamente batido e previsível, já que ele não teve nem a preocupação de elaborar novas tramas para cada um de seus livros. Mesmo assim, Brown tem o dom de conseguir prender seus leitores até o final de suas obras. Talvez devido aos temas utilizados por ele, como sociedades secretas e conspirações mirabolantes, com personagens bobos e sem profundidade alguma, mas que agradam aos leitores que buscam apenas algumas poucas boas horas de diversão, e nada mais. </p>
<p><b><i>Serviços: BROWN, Dan. Fortaleza Digital. (Digital Fortress). [Trad.: Carlos Irineu da Costa]. Editora Sextante, 2005.</i></b></p>
<p>PS: Essa crítica é mais uma homenagem a minha grande amiga e colaboradora do Literatura Fantástica, FLAVINHA, que já devorou tudo que foi escrito pelo Dan Brown e é fã de carteirinha do Robert Langdon.</p>
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		<title>O OITAVO MAGO</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jul 2006 20:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vladimir de Sousa]]></category>

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No mundo do disco criado pelo genial Terry Pratchett, os magos têm seus apetites sexuais inibidos pela força da magia, portanto, é muito improvável existirem filhos de magos rondando esse fantástico e hilário universo, onde o principal mundo é plano e sustentado por 4 elefantas gigantes que por sua vez se posicionam em cima de [...]]]></description>
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<p>No mundo do disco criado pelo genial Terry Pratchett, os magos têm seus apetites sexuais inibidos pela força da magia, portanto, é muito improvável existirem filhos de magos rondando esse fantástico e hilário universo, onde o principal mundo é plano e sustentado por 4 elefantas gigantes que por sua vez se posicionam em cima de uma tartaruga chamada de Grande A&#8217;tuin.<br />
Mas, além da falta de apetite sexual dos magos, é expressamente proibida a eles a paternidade. Isso se deve por razões de segurança para o próprio universo (o que é muito bem salientado e explicado a todos os jovens magos aprendizes dentro dos muros da conceituada Universidade Invisível de Magia).<br />
Fica claro então que o proibido é justamente o que ocorre durante esse quinto livro da mais divertida série de histórias fantásticas criadas desde a morte de Douglas Adams e o fim das aventuras de Arthur Dent e seu “Guia do Mochileiro das Galáxias”.<br />
Tendo como protagonista da história um de seus melhores personagens, o mago que não sabe nada de magia, Rincewind (covarde ao extremo, mas segundo suas próprias palavras, “apenas extremamente cuidado quando se trata de salvar vidas, principalmente quando essa vida for a sua). Pratchett cria uma sensacional história onde a arrogância e sede pelo poder dos magos aparece de uma forma que pode ter consequências terríveis para o disco, alterando-o para sempre.<br />
Quem ainda não conhece esse universo fantástico criado por esse ex-jornalista inglês, tem em o “Oitavo Mago” uma excelente oportunidade de começar, já que ele, como a maioria dos títulos, não segue uma sequência em relação aos outros volumes da série.<br />
Imperdível para os apreciadores de aventuras fantásticas e da fina flor do humor negro na atualidade.</p>
<p><i>Serviços: PRATCHETT, Terry. O Oitavo Mago “Sourcery”. [Tradução: Roberto DeNise]. São Paulo, 2003. Editora Conrad.</i></p>
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		<title>O SENHOR DOS ANÉISA Sociedade do Anel</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2006 22:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vladimir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Leonardo Martins]]></category>

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	Muito provavelmente, somente ao ler o título acima, muitas pessoas já vão sentir suas mentes serem preenchidas, seja pelas lembranças dos três espetaculares filmes baseados na obra de J.R.R. Tolkien, seja dos livros igualmente espetaculares, como o que irei comentar com vocês aqui. 
	O Senhor dos Anéis é uma obra vasta e riquíssima de imaginação, [...]]]></description>
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<img src='http://literatura.interativo.org/img/8533613377.jpg' alt='' /><br />
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<p>	Muito provavelmente, somente ao ler o título acima, muitas pessoas já vão sentir suas mentes serem preenchidas, seja pelas lembranças dos três espetaculares filmes baseados na obra de J.R.R. Tolkien, seja dos livros igualmente espetaculares, como o que irei comentar com vocês aqui. <br />
	O Senhor dos Anéis é uma obra vasta e riquíssima de imaginação, ela é dividida em três partes: A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei. Na primeira parte, encontraremos uma seqüência do livro O Hobbit, também de Tolkien e que narra as aventuras de Bilbo Bolseiro, um hobbit, como indica o título, que se envolve em uma grande jornada e durante a mesma encontra o Um Anel, o objeto em torno do qual gira a trama dos demais livros. <br />
	Em A Sociedade do Anel, as atenções continuam voltadas para os hobbits, desta vez na figura de Frodo Bolseiro, sobrinho de Bilbo e que herda o Um Anel, o que ele não sabe é que o tal objeto é o mesmo de uma antiga lenda sobre Sauron, o Senhor do Escuro e que é um artefato poderoso e amaldiçoado que corrompe todos aqueles que o possuem. É a partir dessa descoberta, feita pelo mago Gandalf, amigo íntimo de Frodo, que todo o corre-corre começa, Gandalf sabe que Sauron não está morto e que procura o Anel, por isso envia Frodo junto com Sam, outro Hobbit, em uma jornada perigosa e mortal para tentar impedir que o objeto caia nas mãos erradas, durante toda a campanha outros personagens fantásticos e fundamentais na trama surgirão como os humanos Aragorn e Boromir, o elfo Legolas com seu arco que nunca erra, o anão Gimli e seu machado imbatível, assim como mais dois hobbits, Merry e Pippin, que junto de Gimli são responsáveis pela comicidade da história. <br />
	Essa grande aventura criada por Tolkien é deveras densa, mas trabalha coisas simples do dia-a-dia, e que as vezes nos passam despercebidas, como o fato de o destino de toda uma terra estar nas mãos dos menores e supostamente mais fracos seres, os Hobbits, não dá pra não fazer um paralelo com nossas próprias vidas e mundo, onde as aparências são tão importantes e a lei do mais forte impera, Tolkien nos mostra que somos capazes de coisas incríveis independente de sermos grandes, ricos ou fortes, basta acreditarmos em nós mesmos e se for possível, termos amigos de verdade, como no caso de Sam e Frodo, uma amizade que existe pelo amor mútuo que sentem, uma amizade do tipo em que um se doa pelo o outro sem esperar nada em troca, ambos capazes dar a vida pelo amigo. Um outro ponto interessante no enredo é a relação entre Gimli, o anão e Legolas o elfo, duas raças que se toleram, mas que guardam profundo rancor uma pela outra, ainda assim os dois fantásticos guerreiros aprendem a colocar suas diferenças de lado por um bem maior, quem dera isso acontecesse entre negros e brancos, ricos e pobres, homens e mulheres, talvez fosse um sonho também de Tolkien que isso acontecesse. <br />
	Muitas vezes as pessoas olham o título de um livro como o Senhor dos Anéis e pensam: “coisa de criança, baboseira fantasiosa”, mas não imaginam como temas tão atuais como preconceito, amizade, superação e amor podem ser tratados de maneira tão direta e profunda através de uma história aparentemente distante de nossa realidade. A Sociedade do Anel nada mais é do que a representação de nossa sociedade, nossos medos e rancores, mas também nossa esperança de que tudo pode mudar para melhor, que podemos superar tudo e transformar nosso mundo e nossas vidas em algo extraordinário. <br />
	O Um Anel, objeto que só traz a tona o piro das pessoas que o possuem, explicita nossa ganância e ambição e como podemos ser destrutivos. È contra esse mal que habita nossas almas que a Sociedade irá lutar, tendo que levar o Anel até a terra de Mordor, onde foi forjado, para ali destruí-lo e se não fosse ruim já ter que enfrentar os asquerosos orcs, ainda terão que derrotar suas próprias fraquezas para não perecer na jornada, algo que fica claro na luta de consciência travada por Boromir, entre fazer o que é certo ou o que parece mais fácil, luta que travamos todos os dias nas mais diversas situações. Tudo isso e muito mais você encontrará nas páginas de O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel, aventure-se e descubra um pouco mais sobre sua própria natureza, enquanto vaga pela Terra Média. </p>
<p>	<center><i>“Chegará um dia em que os Hobbits governarão o destino de todos.”</i></center> </p>
<p><i>Serviços: TOLKIEN, J. R. R. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel. Ed Martins Fontes. </i></p>
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